Acusações infundadas, informações distorcidas e preconceito extremo foram estratégias exaustivamente utilizadas para desidratar a candidatura de Dilma Rousseff no primeiro turno. Para espalhar boatos como os de que a petista seria a favor do aborto (ela defendeu a descriminalização e não a prática), lésbica e que teria declarado que nem Jesus Cristo lhe tiraria a vitória, o principal meio de propagação foi a internet.
Mas em Itabuna, esse nível de campanha invadiu o sagrado espaço da sala de aula. Segundo alunos e professores do Colégio Divina Providência, o professor de história Cláudio Zumaêta repetia os mesmos argumentos do parágrafo anterior para desacreditar a candidata petista perante seus alunos de 5ª a 8ª série, embora os mesmos sequer tenham idade para votar.
Alguns dos alunos queixaram-se à direção da escola e o professor foi advertido por conta da militância barra pesada em sala de aula. Após a bronca, Zumaêta abandonou as aulas de boato e voltou a lecionar somente História.
fonte pimentanamuqueca
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