Apesar de quarta-feira ser dia de sessão plenária na Câmara de Vereadores de Itabuna, ontem a sede do legislativo ficou fechada. Não se sabe se foi o choque pelos acontecimentos de terça-feira, 30, mas o fato é que não houve qualquer informação oficial da presidência sobre o “feriado”.
Aliás, já no dia anterior o presidente Clóvis Loiola havia determinado que todos os funcionários se retirassem da Câmara. Era tentativa de impedir a sessão especial que elegeria a mesa diretora para o próximo biênio. Mesmo assim, o plenário foi aberto com a ajuda de um chaveiro e a sessão aconteceu.
Pior foi o aperto que muitos funcionários enfrentaram, já que alguns veredores (ligados a Machado) pediam que os servidores ficassem, enquanto o grupo associado a Loiola mandava todo mundo para casa.
Quem quis ficar chegou a ser ameaçado de exoneração
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