
As portas das lojas, marquises e praças, como a do São Caetano, por exemplo, se torna o seu habitat, onde almoçam, jantam, tomam banho, fazem necessidades fisiológicos e sexo em plena luz do dia.

Os governos ( municipal e estadual ), sem nenhuma politica social, ficam empurrando o problema com a barriga. Os lojistas revoltados clamam pelas entidades, que também nada fazem.

Enquanto isso o problema se agrava a cada dia, deixando a população assustada e a cidade cada vez mais abandonada, jogada a sorte.
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